Música ao vivo, gravações com artistas e mais de 200 motos transformam o espaço em um fenômeno de turismo, cultura e lifestyle

Café do Lago reúne mais de 200 motos, artistas e turistas e se destaca como novo ponto turístico

30/03/2026

Música ao vivo, gravações com artistas e mais de 200 motos transformam o espaço em um fenômeno de turismo, cultura e lifestyle

Café do Lago reúne mais de 200 motos em um único dia e vira cenário inesperado de gravações com artistas

Entre natureza, café e encontros improváveis, o espaço se consolida como ponto de experiência, cultura e movimento

  

Era para ser apenas mais um fim de semana tranquilo. Mas, no Café do Lago, o comum tem se tornado cada vez mais raro.



 

Logo na chegada, a cena já chamava atenção: mais de 200 motos estacionadas ao redor do espaço, formando um verdadeiro encontro de apaixonados por estrada. O estacionamento, estrategicamente posicionado ao lado do café e bem próximo ao lago, integra o ambiente e transforma o local em um ponto natural de parada para grupos e visitantes avulsos. 

O movimento era intenso, mas ao mesmo tempo organizado — uma energia que mistura liberdade, turismo e convivência. 

Uma caminhada completa ao redor do lago, com aproximadamente 1.200 metros, oferece um percurso leve, agradável e acessível. É o tipo de experiência que desacelera o visitante e prepara o clima para o que vem depois.

 

Depois da caminhada, o momento era de pausa. Café servido, ambiente acolhedor, clima de interior. 

Foi então que, ao olhar para a mesa ao lado, surgiu uma cena improvável — daquelas que não se planeja, apenas acontece. 

Ali estavam o ator e humorista Moa Almeida, conhecido também pelo personagem Zé Botina, e a cantora e violeira Giulia Agg, um dos grandes nomes da nova geração da viola caipira. 

Sem palco, sem anúncio, sem formalidade. Apenas mais uma mesa no Café do Lago.

 

A presença dos artistas não era por acaso. O espaço estava sendo utilizado como locação para gravações, explorando diferentes ambientes da fazenda — desde áreas externas até pontos mais intimistas. 

Entre uma gravação e outra, ao lado do tradicional fogão a lenha, Giulia Agg fez uma breve apresentação, uma “palhinha” que conectou diretamente o ambiente à essência da música raiz brasileira.


 

Sem produção exagerada. Sem roteiro rígido. Apenas música, ambiente e verdade.

 O que se vê no Café do Lago vai além de um destino gastronômico. É um espaço onde diferentes públicos se encontram: motociclistas, turistas, famílias, criadores de conteúdo e artistas. 

Seja pela estrutura, pela paisagem ou pelas experiências que acontecem sem aviso, o local se posiciona como um verdadeiro ponto de conexão entre turismo, cultura e lifestyle.

 

Quer conhecer mais sobre o espaço, ver outras experiências e planejar sua visita?


Acesse também o portal oficial com conteúdos exclusivos:

Continue explorando destinos e histórias reais no site da Revista Receita de Turismo.

 

Por Alexandre Richards

Editor-chefe – Revista Receita de Turismo