Café do Lago recebe agências em FAM Tour e abre caminho para novos roteiros
Visita técnica em Elias Fausto aproximou profissionais do turismo, apresentou possibilidades para excursões de bate e volta e já teve um primeiro desdobramento para janeiro.
Redação Revista Receita de Turismo | 05/09/2026
A 4ª edição da Revista Receita de Turismo reúne diferentes caminhos pelo Brasil e terá Delfinópolis como seu grande especial. (Arte: Revista Receita de Turismo)
Uma viagem pelas páginas da 4ª edição da Receita de Turismo
De Santa Catarina a Delfinópolis, passando por personagens,
sabores, inovação, aventuras e paisagens brasileiras: uma prévia do caminho que
espera pelo leitor.
Toda viagem começa antes da partida. Primeiro vem a
curiosidade, depois o desejo de conhecer o caminho e, somente então, a
experiência de vivê-lo. Com uma revista acontece algo parecido: antes de chegar
às mãos do leitor, cada página nasce de uma pauta, atravessa estradas, encontra
pessoas e guarda descobertas.
A 4ª edição da Revista Receita de Turismo está entrando em
sua fase final. Textos e imagens começam a encontrar seus lugares e, pouco a
pouco, viagens realizadas ao longo de meses se transformam em uma edição que
percorre diferentes expressões do turismo brasileiro.
Esta é uma primeira caminhada por suas páginas. Não para
revelar antecipadamente cada história, mas para abrir pequenas janelas e
mostrar o que o leitor encontrará quando a nova edição estiver pronta.
A primeira parada será Santa Catarina. Em SC 4 Estações, o
leitor encontrará um estado que deseja ser lembrado não apenas pelo verão, mas
por tudo aquilo que suas paisagens, sabores, serras, cidades e experiências
podem oferecer ao longo do ano. Como um destino se reinventa a cada mudança de
estação? A reportagem abre a edição com esse convite.
De Santa Catarina, o percurso segue para comunidades
brasileiras que podem conquistar reconhecimento internacional. Best Tourism
Villages 2026 apresenta as localidades escolhidas para representar o país na
iniciativa da ONU Turismo. Entre tradição, vida rural e desenvolvimento, a
matéria mostrará por que pequenas comunidades podem ocupar um lugar tão importante
no futuro do turismo — e uma delas reaparecerá mais adiante, no grande especial
desta edição.
Na terceira parada, as paisagens cedem espaço a uma história
humana. Em O Protagonista, João Nogueira chega às páginas amarelas da Receita
de Turismo com uma trajetória que poderia ter sido marcada pela frustração, mas
encontrou outro caminho. O que existe por trás das pistas, dos desafios e das
conquistas? A entrevista revelará por que sua maior vitória talvez não seja
medida apenas por resultados.
Depois, a revista muda o lado da conversa. A Entrevista com
o Leitor aproxima a publicação de quem acompanha suas páginas e transforma a
experiência de leitura em voz. Quem é esse leitor, o que o turismo representa
em sua vida e quais histórias ele traz consigo? As respostas estarão na edição.
A viagem entra no território da inovação com a PassHub. A
matéria apresenta uma ideia que nasceu para aproximar oportunidades, negócios e
pessoas dentro do turismo. Sem mergulhar em uma linguagem excessivamente
técnica, a reportagem mostrará o problema que a plataforma decidiu enfrentar, o
caminho de seu crescimento e por que seu modelo pode abrir novas possibilidades
para o setor.
Em seguida, a tecnologia dá lugar à mesa. Holambra será
descoberta por uma culinária que guarda heranças, afetos e referências
holandesas. Longe de ser apenas uma cidade de flores, o destino revela outra
parte de sua identidade por meio de pratos que despertam curiosidade antes
mesmo da primeira garfada. Que sabores contam essa história? A matéria completa
fará esse convite.
Da tradição gastronômica, seguimos para o Espaço Luxury. A
reportagem conduz o leitor por um segmento no qual luxo não se resume ao preço
ou à aparência. Atendimento, personalização e experiências desenhadas para
diferentes perfis de viajantes ajudam a mostrar o que realmente sustenta esse
mercado — e o que as marcas apresentadas durante a AVIRRP revelam sobre seus
próximos caminhos.
Então chegam as expedições do Quase 200. O nome provoca, mas
são as estradas que explicam a história. Lençóis Maranhenses, Jalapão e Serra
da Canastra aparecem como cenários de amizade, persistência e vontade de
continuar descobrindo o Brasil. Quem são esses viajantes e por que decidiram
desafiar distâncias e limites? A resposta estará nas páginas da revista.
Antes de seguir para Minas Gerais, fazemos uma pausa no Café
do Lago, em Elias Fausto, na região de Campinas. Ali, o café colonial é apenas
o começo de uma experiência que encontra lago, pomar, mata, parreiras e
convivência. A reportagem mostrará como um empreendimento rural pode se
transformar em destino e por que algumas visitas despertam uma vontade imediata
de voltar.
O primeiro bloco termina abrindo uma porta que normalmente
permanece fechada. Em Bastidores, o leitor conhecerá parte do que acontece
entre a pauta e a publicação: mudanças de rota, encontros inesperados,
dificuldades, descobertas e cenas que ajudam a construir as matérias, embora
nem sempre apareçam nelas.
Depois dos bastidores, a estrada muda. O asfalto dá lugar à
terra, as montanhas se aproximam e a água passa a conduzir o percurso. Começa o
Especial Delfinópolis, construído durante duas viagens de reportagem e pensado
para revelar uma cidade que não termina na imagem de suas cachoeiras.
A matéria-mãe abre esse território apresentando a Canastra
que existe além da primeira paisagem. Natureza, produção rural, gastronomia,
hospedagem, trabalho e memória se encontram para responder a uma pergunta
central: o que faz de Delfinópolis um destino completo e quais histórias ainda
permanecem escondidas atrás de suas águas transparentes?
Na sequência, a entrevista com Michelle Acorinti, secretária
municipal de Turismo, Lazer e Cultura, apresenta o olhar de quem participa do
planejamento do destino. Prioridades, desafios, integração do trade e
preparação para o futuro entram na conversa, permitindo que o leitor compreenda
o momento vivido pelo município.
Com o cenário apresentado, é hora de seguir pela Rota 360. O
percurso atravessa estradas rurais, serras, vales e paisagens nas quais o
deslocamento deixa de ser apenas uma ligação entre dois pontos. O que se
encontra ao longo desse caminho e por que a própria estrada se torna uma das
experiências mais marcantes de Delfinópolis? A reportagem levará o leitor nessa
travessia.
O Complexo do Claro será uma das primeiras paradas entre
trilhas e cachoeiras. Próximo ao centro, ele mostra que a natureza pode
surpreender antes mesmo dos trajetos mais longos. A matéria apresentará o
conjunto de experiências que existe ali e o que torna suas águas uma descoberta
especial.
Depois, a Cachoeira Zé Carlinhos acrescenta aventura ao
roteiro. O acesso faz parte da história e exige atenção às condições do
caminho. Entre pedras, travessias e paisagens, a chegada ganha sabor de
conquista — mas a revista guardará para suas páginas aquilo que espera o
visitante no final do percurso.
No Complexo Paraíso, o convite é permanecer. Cachoeiras,
trilhas, hospedagem, gastronomia e preservação dividem o mesmo território. Como
tantos elementos se conectam e por que conhecer a Canastra pode exigir menos
pressa? A reportagem mostrará que algumas experiências não combinam com uma
visita apressada.
A jornada encontra descanso na Pousada Acqualume, base da
equipe durante as duas viagens de reportagem. Ali, a hospedagem não interrompe
o contato com o destino: ela o prolonga. Chalés, natureza, água, paisagem e
gastronomia despertam uma pergunta simples que a matéria ajudará a responder:
quando o lugar de ficar também passa a fazer parte da viagem?
Das cachoeiras, a revista segue para a Quinta D’Santana. A
produção do Queijo Minas Artesanal Canastra reúne leite, pingo, trabalho
manual, maturação e conhecimento transmitido ao longo do tempo. Mais do que
apresentar um produto, a reportagem mostrará por que cada queijo carrega sinais
do território onde nasceu.
Do queijo, passamos ao Café Benedita Porcelli. Nas montanhas
de Delfinópolis, uma história familiar encontra continuidade na cafeicultura e
transforma cuidado, colheita e preparo em identidade. O que existe por trás de
uma xícara produzida na Canastra? O leitor descobrirá na matéria.
Logo adiante, o Doce Vó Áurea mostra como uma receita criada
para receber visitas ultrapassou os limites da cozinha familiar. Tacho de
cobre, colher de pau e memória acompanham uma história que cresceu sem
abandonar suas origens. A revista contará como o afeto encontrou espaço para se
tornar também empreendimento.
O caminho volta ao queijo na Queijaria Vale da Gurita. Ali,
o tempo não é espera: é ingrediente. Casca, textura, aroma e sabor se
transformam durante a maturação e revelam outra expressão da produção artesanal
de Delfinópolis. O resultado completo, porém, fica reservado para as páginas do
especial.
Na zona rural, o Restaurante Dona Doca recebe o leitor com
uma experiência que não precisa imitar uma casa de roça, porque acontece dentro
dela. Terreiro, varanda, bica d’água e cozinha mineira participam de uma
história na qual a refeição é inseparável do lugar. O que chega à mesa e quem
preserva essa tradição serão algumas das descobertas da reportagem.
Depois do campo, Delfinópolis à Mesa retorna ao núcleo
urbano. Cucina Vovó Bisa, Restaurante Parentinho e Pizzaria Nippon apresentam
propostas distintas para quem encerra um dia de cachoeiras e estradas. Entre
memória familiar, comida mineira e outros sabores, a matéria mostrará que a
gastronomia da cidade também merece fazer parte do roteiro.
O Especial Delfinópolis termina com a entrevista do prefeito
Pedro Paulo Pinto. A futura ponte entre Cássia e Delfinópolis, os acessos, a
infraestrutura, o planejamento e os impactos de uma nova fase entram em
discussão. A obra pode aproximar caminhos e ampliar oportunidades, mas também
traz responsabilidades. Como o município pretende crescer sem perder aquilo que
o torna único? A entrevista levará essa pergunta ao centro do debate.
Depois de conhecer gestores, estradas, cachoeiras,
hospedagens, produtores e cozinhas, o leitor deixará Delfinópolis com uma visão
muito maior do que aquela sugerida por seus cartões-postais. O especial não
pretende apenas indicar lugares: quer revelar as relações que fazem o destino
existir.
De volta ao bloco nacional, Elas em Cena abre espaço para
histórias e perspectivas femininas. A seção apresenta mulheres que ocupam seus
lugares, constroem projetos e ajudam a transformar os ambientes por onde
passam. Quem estará em cena nesta edição e quais experiências serão
compartilhadas? A revista fará as apresentações.
O percurso segue para o Especial Pantanal. A paisagem
conhecida em todo o mundo será observada para além da contemplação, aproximando
turismo, vida silvestre e preservação. Entre águas, ciclos e desafios, o leitor
encontrará razões para admirar o território — e também para compreender a
responsabilidade de conhecê-lo.
A última parada será a coluna Receita de Turismo, espaço que,
a cada edição, convida uma personalidade a compartilhar sua relação com as
viagens e indicar seu roteiro especial. Desta vez, a revista retorna às origens
para finalmente publicar a primeira entrevista concebida para a coluna: uma
conversa de Alexandre Richards com Fagner, realizada em abril de 2011, quando a
Receita de Turismo ainda era um projeto. Quinze anos depois, o cantor conduz o
leitor por suas memórias, sua ligação com o Ceará e pelos destinos que formam
sua própria receita de turismo.
Quando chegar à última página, o leitor terá atravessado
estações, comunidades, pistas, empresas, restaurantes, expedições, propriedades
rurais, serras, cachoeiras, cozinhas e o Pantanal. Terá recebido pistas sobre
cada história, mas ainda encontrará, em cada reportagem, muito mais do que esta
prévia poderia revelar.
A 4ª edição da Revista Receita de Turismo está quase pronta.
Em breve, todos esses caminhos sairão dos arquivos de produção e encontrarão
seu verdadeiro destino: o leitor.